domingo, 13 de fevereiro de 2011

Mais do que politico em época de eleição, eu ando falando em construir uma ponte. Pontes ligam um lado que precisa alcançar o outro, então a minha não será diferente. Pontes conseguem unir grandes distâncias, então a minha cumprirá o propósito.Uma ponte. Quero uma simples, onde passem de carros a histórias inteiras. Que facilite o percurso de alguns planos que vierem. Que passe por cima de tudo, traga o outro lado para perto e simplesmente....ligue. Que ligue a última vez que eu vi meu reflexo no teu olho a esse reflexo tão sozinho que ando vendo no espelho. Que ligue o som da nossa risada a cada coisa triste que eu fizer com os meus dias. Nós somos feitos de planos, mas quem disse que isso facilitaria a prática? Veja de perto aquela maturidade bem ensaiada perder para uma insegurança desafinada. Enquanto isso eu estarei aqui, vendo você sumir naquela terra que eu me orgulhava por chamar de minha. E que hoje, como uma amiga irônica e infiel, te abraça muito mais forte do que eu. Mas antes que eu fraqueje mais uma vez, acredite nessa ponte. Ligue os pontos. Tão simples quanto unir A mais B é ver que o meu traçado aqui não tem falhas. Continua decidido e sempre na sua direção. E, bom, talvez eu realmente seja fraca. Talvez a saudade me faça fraca. Mas desde que você mudou a minha realidade, eu aprendi a decidir o que é real. E ter você tão longe só pode ser uma mentira. "Se alguma coisa pode dar certo, por que iria dar errado?" Corações podem até não ser muito racionais e fraquejar nas horas mais importantes. Mas se é por você, o meu não vai desistir. Me espera.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

engraçado né, ontem eu pensava que você era tudo pra mim. Meu ar, minha vida, minha metade da laranja. Agora que o tempo passou, percebo o quanto fui infantil ao acreditar nisso. Ao acreditar cegamente nas suas palavras, nos seus gestos. Estar disposta a ficar contra tudo e contra todos. Aceitar seu ciúmes, me afastar dos meus amigos. Tudo foi em vão. Mas agora acabou. E o mais prejudicado foi você. É, acredite, você! E sabe por que? Porque eu te amei de verdade. E acho difícil encontrar outra que ame tanto, que seja fiel, e tenha todas as qualidades que eu tenho. É amor, o único que perdeu nessa história, foi você!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Bom, hoje posso dizer que o desprendimento é meu mais novo analgésico. Mas nem sempre foi assim. Como quando eu te vi mudar tanto. De amigo companheiro, passava a ser superficial e estranho. E eu passava a ser um serzinho torturado, ofendido e inconformado. Lutei, mas me afastei, porque da dor a gente se afasta. Ou pelo menos, deveria se afastar.E aí a gente chega naquele ponto onde acredita que o rumo que a vida tomou foi o mais certo: “é melhor assim”. Quando, no fundo, eu me contorcia por não poder controlar tempo, espaço e caráter. Por ver, impotente, você se tornar algo tão idiota e distante do que um dia foi. Se é que um dia foi. Olha, até confesso: em cada relacionamento a reciprocidade sempre foi uma medida categorizada e classificada exclusivamente por mim. Injusto? Muito. Estúpido? Demais. Mas adivinhe quem sempre acabava perdendo o jogo?Um jogo. Expectativa e realidade são como um jogo vicioso onde quem ganha é sempre o azar. Azar de quem espera sempre o máximo das pessoas e não reconhece sorte do mínimo gesto de retorno. De quem não sabe equilibrar perdas e ganhos. Azar de quem nasceu carente assim.No fim das contas, em qualquer relacionamento, a melhor parte do que se ganha é justamente o que a gente não pediu. Como um brinde inesperado que te faça sentir "cliente especial". Mas e quando a gente não recebe, é errado achar que mesmo assim temos direito?E eu sinto a sua falta sem querer sentir. Me culpo, mas só depois de soterrar você em erros maiores. E eu sei, mais uma vez, que “é melhor assim”. Ainda que essa decepção machuque tanto. Ainda que alguém me diga que se não volta, é porque nunca tive- se é que eu tive.Antes que eu me despeça da culpa (a nossa) achando que "algumas pessoas simplesmente não se importam”, esqueço a saudade, finjo independência e me consolo: intensidade continua sendo o melhor (e o pior) em mim.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

As palavras “nunca” e “sempre” pareciam-me hipérboles ridículas e desnecessárias antes de conhecer você, mas não existem, no meu vocabulário, palavras para expressar melhor o meu amor e a minha vontade, senão essas.
Prometi para mim mesma que não me deixaria levar pelo amor; não diria “eu te amo” e nunca me entregaria facilmente. As caras, bocas e frases bobas de pessoas apaixonadas não sairiam da minha boca jamais. Porém meus olhos traíram-me quando te viram; tive que esquecer minhas promessas e refazer meus planos.
Desde então você passou a ser coisa mais estimada e preciosa da minha vida. você passou a ocupar meu coração por inteiro, sem deixar brechas, preenchendo os espaços perfeitamente.
Onde não tinha vida você fez reviver, onde não tinha graça você divertiu, onde não tinha esperanças você fez ser possível.
O tanto que perambulei, o tanto que vaguei sem propósito e todas as atitudes que tomei sem sentido me trouxeram até você. Hoje sou capaz de entender tudo que passei.
Por tudo que você é para mim e por tudo que você faz por mim: ‘se eu não puder fazer a pessoa mais feliz eu chego o mais perto disso possível.’

domingo, 17 de outubro de 2010

de SACO CHEIO!


Semana do saco cheio deveria ser mês do saco cheio. pelo menos pra mim, esse está sendo o outubro mais cansativo e entediante que eu tenho na memória. Essa minha faculdade é uma bela bosta e me dá vontade de vender bijouterias, só de lembrar que ainda faltam três anos e meio pra acabar. Quem é que inventou aquela infâmia de que a faculdade é a melhor época da nossa vida? Bom, seja quem for, o cara não fazia Odontologia na UFMS, disso eu tenho certeza! lamentações a parte, o meu feriado foi maravilhoso. Apesar de não ter ido ao Interodonto, nem ao SWU, nem pra Porto, nem muito menos pra October... dei meus pulos e consegui tirar o melhor de cada um desses dias. Aproveitei cada segundo, fui pra Piraputanga, acampei, curti uma fogueira com direito a vinho e violão, matei saudade dos meus primos, nadei de rio, fiz trilha, fui num baile (SIM, UM BAILE!), cuidei da minha colheita feliz, joguei baralho com meus pais, festei em sidrolândia e claro, fiz trabalhos pra faculdade (nem tudo são flores, meu caro). É, passou voando e cá estou, naquela nostalgia de domingo a noite, querendo dormir e acordar nas minhas tão sonhadas férias. Que Deus me dê forças pra mais uma semana de provas, que os namorados/maridos das minhas professoras recaucadas sejam bonzinhos com elas e que minha tpm não seja muito bruta esse mês.

quanto drama, Deus.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Quando estou perto de você me sinto pequena. Me sinto quase um nada. Você não se importa. Continua por aí, vivendo sua pequena vida, cheio de liberdade, amigos... Sendo livre por si só. Me importo com você. Me importo com o que você vai pensar. Me importo quando você não está aqui. Sim. Mas porquê, se já não falo, não toco e não olho para você?
Fico tão pequena do seu lado que deixo se ser eu mesma... Essa vai embora e vem um ser microscópico pro seu lado. Que não consegue nem falar algo concreto. Sei lá. Medo de falar alguma coisa que você desaprove, sabe? Eu já entendi. Você não quer mais nada comigo né? Não precisa nem responder, eu vejo isso sempre que estou perto. Mas ás vezes, quando você me toca, me confunde! Acaba comigo, me faz pensar em tudo que eu já conclui. ‘Logo eu, que sempre achei legal ser tão errado.’ Tava me doando de braços abertos para você, que saiu da minha reta. Saiu correndo, quase voando. Não deu tempo de te dizer tchau. Saiu. Só saiu. Assim. Solto. Livre. Nunca me aconteceu como o que está acontecendo agora. Sempre foi muito fácil. Eu queria, as outras pessoas também queriam, e pronto. Porque você faz assim comigo? Quem te mandou me castigar? Quer saber? faz o que quiser. Só não me destrói. Não acaba comigo tão rápido, não enjoa de mim tão facilmente. Espero, eu, ter coragem de chegar até você e dizer tudo isso. Dizer que gosto demais de você, e nem é da boca pra fora, não. Mas não sei se deveria fazer isso. Não vejo reciprocidade. Você não merece saber de mim tudo isso. Te odeio. Em meio de tantas antíteses, eu, sei lá, eu só digo o que vem na minha cabeça, esperando que você diga que me quer.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

vida de dúvida.


Quando a dúvida te pega de surpresa, no momento em que tudo na sua vida estava caminhando bem, eis que ela chega, te abraça e não te solta mais. Sentimentos antigos resurgem, saudades que até então eram vencidas, tudo vem à tona. E isso só contribui para que? te deixar em dúvida! Oh Céus! O que fazer então? Nada. Aconselho à mim mesma sempre que estou em dúvida: "não sabe o que fazer, não faça nada, Marri." Acho que funciona, mas, é difícil passar por cima de ideias que veem à sua mente e você não sabe dizer se são certas ou não! Afinal, se está na sua mente tem algum motivo, tudo tem um motivo, certo? Pensar assim confunde mais ainda! A dúvida é traiçoeira, os pensamentos, os sentimentos e os hormônios (por que não?) também! Às vezes penso que a vida é feita para nos confundir, nos testar, nos provar! Então, vida, deixa eu te dizer algo: "Dá para parar com isso por favor? Não tem graça! Façamos um pacto de amizade e entedimento, eu aprendo o que você quer me ensinar e você me deixa ser feliz! Ok?" Concluindo, posso dizer que a dúvida é consequência da vida, essa vida danada que quer o nosso melhor todo dia e nos prova, nos testa, nos deixa em DÚVIDA! Mas, o principal objetivo dessa vida é nos fazer morrer sendo melhores do que quando nascemos. Pensando bem, então, a vida não é tão malvada assim, só suas técnicas de aprendizagem que são! No fundo, ela foi e é minha melhor professora!