domingo, 17 de outubro de 2010

de SACO CHEIO!


Semana do saco cheio deveria ser mês do saco cheio. pelo menos pra mim, esse está sendo o outubro mais cansativo e entediante que eu tenho na memória. Essa minha faculdade é uma bela bosta e me dá vontade de vender bijouterias, só de lembrar que ainda faltam três anos e meio pra acabar. Quem é que inventou aquela infâmia de que a faculdade é a melhor época da nossa vida? Bom, seja quem for, o cara não fazia Odontologia na UFMS, disso eu tenho certeza! lamentações a parte, o meu feriado foi maravilhoso. Apesar de não ter ido ao Interodonto, nem ao SWU, nem pra Porto, nem muito menos pra October... dei meus pulos e consegui tirar o melhor de cada um desses dias. Aproveitei cada segundo, fui pra Piraputanga, acampei, curti uma fogueira com direito a vinho e violão, matei saudade dos meus primos, nadei de rio, fiz trilha, fui num baile (SIM, UM BAILE!), cuidei da minha colheita feliz, joguei baralho com meus pais, festei em sidrolândia e claro, fiz trabalhos pra faculdade (nem tudo são flores, meu caro). É, passou voando e cá estou, naquela nostalgia de domingo a noite, querendo dormir e acordar nas minhas tão sonhadas férias. Que Deus me dê forças pra mais uma semana de provas, que os namorados/maridos das minhas professoras recaucadas sejam bonzinhos com elas e que minha tpm não seja muito bruta esse mês.

quanto drama, Deus.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Quando estou perto de você me sinto pequena. Me sinto quase um nada. Você não se importa. Continua por aí, vivendo sua pequena vida, cheio de liberdade, amigos... Sendo livre por si só. Me importo com você. Me importo com o que você vai pensar. Me importo quando você não está aqui. Sim. Mas porquê, se já não falo, não toco e não olho para você?
Fico tão pequena do seu lado que deixo se ser eu mesma... Essa vai embora e vem um ser microscópico pro seu lado. Que não consegue nem falar algo concreto. Sei lá. Medo de falar alguma coisa que você desaprove, sabe? Eu já entendi. Você não quer mais nada comigo né? Não precisa nem responder, eu vejo isso sempre que estou perto. Mas ás vezes, quando você me toca, me confunde! Acaba comigo, me faz pensar em tudo que eu já conclui. ‘Logo eu, que sempre achei legal ser tão errado.’ Tava me doando de braços abertos para você, que saiu da minha reta. Saiu correndo, quase voando. Não deu tempo de te dizer tchau. Saiu. Só saiu. Assim. Solto. Livre. Nunca me aconteceu como o que está acontecendo agora. Sempre foi muito fácil. Eu queria, as outras pessoas também queriam, e pronto. Porque você faz assim comigo? Quem te mandou me castigar? Quer saber? faz o que quiser. Só não me destrói. Não acaba comigo tão rápido, não enjoa de mim tão facilmente. Espero, eu, ter coragem de chegar até você e dizer tudo isso. Dizer que gosto demais de você, e nem é da boca pra fora, não. Mas não sei se deveria fazer isso. Não vejo reciprocidade. Você não merece saber de mim tudo isso. Te odeio. Em meio de tantas antíteses, eu, sei lá, eu só digo o que vem na minha cabeça, esperando que você diga que me quer.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

vida de dúvida.


Quando a dúvida te pega de surpresa, no momento em que tudo na sua vida estava caminhando bem, eis que ela chega, te abraça e não te solta mais. Sentimentos antigos resurgem, saudades que até então eram vencidas, tudo vem à tona. E isso só contribui para que? te deixar em dúvida! Oh Céus! O que fazer então? Nada. Aconselho à mim mesma sempre que estou em dúvida: "não sabe o que fazer, não faça nada, Marri." Acho que funciona, mas, é difícil passar por cima de ideias que veem à sua mente e você não sabe dizer se são certas ou não! Afinal, se está na sua mente tem algum motivo, tudo tem um motivo, certo? Pensar assim confunde mais ainda! A dúvida é traiçoeira, os pensamentos, os sentimentos e os hormônios (por que não?) também! Às vezes penso que a vida é feita para nos confundir, nos testar, nos provar! Então, vida, deixa eu te dizer algo: "Dá para parar com isso por favor? Não tem graça! Façamos um pacto de amizade e entedimento, eu aprendo o que você quer me ensinar e você me deixa ser feliz! Ok?" Concluindo, posso dizer que a dúvida é consequência da vida, essa vida danada que quer o nosso melhor todo dia e nos prova, nos testa, nos deixa em DÚVIDA! Mas, o principal objetivo dessa vida é nos fazer morrer sendo melhores do que quando nascemos. Pensando bem, então, a vida não é tão malvada assim, só suas técnicas de aprendizagem que são! No fundo, ela foi e é minha melhor professora!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Hoje percebi que sou a pessoa mais feliz do mundo.
Eu tenho dois braços, duas pernas, com cinco dedos em cada mão e em cada pé, coxas torneadas; não tenho nenhum déficit de proteína, nem câncer, síndromes estruturais ou coisa parecida. Meus cromossomos são perfeitamente pareados e minha alegria é facilmente contornável. Tenho pai, mãe, família, não passo fome, não vivo na rua.
Tiro sempre uma boa lição das coisas difíceis que enfrento na vida ou dos socos que tomo na testa.
Meus amigos são os melhores que um ser humano digno merece ter. Merecem tudo de bom nessa vida. Meu namorado é o mais incrível (em todos os sentidos e aplicações da palavra); me fascina, ilumina e deslumbra. Somos apaixonados, estamos entregues; essa paixão é o meu guia e só me leva à bons caminhos...
Minha coca está sempre gelada e meu sorriso pronto pra engolir qualquer choro.
Vivo e não canso. Sobrevivo e não canso. Aprendo, supero, respiro, me esforço e não canso.
Meu futuro é garantido; Deus, apesar de tudo está sempre do meu lado, me ajudando, me amando. Quiçá eu seja a pessoa mais feliz do mundo. Ou apenas a mais satisfeita.

domingo, 15 de agosto de 2010


Você logicamente conhece seus pais, certo? Seus avós também. Terá sorte se tiver conhecido seus bisavós. Raridade é se você tiver conhecido seus tataravós.
E os que viveram antes deles?... você nem nunca ouviu falar! sua família cara.
O que eles fizeram, como eles viveram, as dificuldades que enfrentaram, suas idéias e vontades que foram reprimidas, você não sabe. Ao menos que as pessoas tenham feito algo realmente importante, que marcou a vida de MUITAS pessoas - tenha sido essa marca boa ou ruim - você não irá ouvir falar dela.
Então que diferença faz querer mudar meio mundo, discordar, discutir, convencer, lutar, conquistar, reconquistar, construir, falar, declarar, acumular e tentar impressionar se no final o que vale a pena de verdade é fazer tudo para si mesma? Porque só você saberá das coisas que já fez por você por mais alguém. Só você sabe quando está agindo com boa ou má intenção. Você não pode tentar enganar a si mesmo. Faça o que você gosta, mude para você, agrade-se. Não é egoísmo tentar SE agradar primeiro , porque ao ficar feliz, você tem uma facilidade bem maior de alegrar as pessoas a sua volta.
Do que vale modismo, aparências e comportamentos se no final tudo vai se acabar e você vai simplesmente passar?
O mais importante é descobrir sua essência. Todo o resto ficará aqui quando você morrer. Saber se você prefere ser feliz, fazer o que acha que te faz melhor, aceitar as consequências dessas coisas, ou se tornar "importante", ser reconhecido pelos outros.
Nada de vômitos, ressacas, nauseas ou dores depois;
Considere o que pensam seus pais, amigos, amores, mas dê prioridade para o que Deus pensa sobre você, afinal, aquele que te criou te conhece melhor que ninguém. É a opinião dEle a ÚNICA que realmente importa.
Seja grato para com os que te ajudaram, para com os que foram importantes na formação do seu caráter e da sua concepção de bom e feliz.
Arrisque-se. Principalmente isso. Porque ao menos que você seja vidente, não saber o que é bom de verdade é sinônimo de arrependimentos futuros.
Tenha perseverança, porque as outras pessoas são cruéis, meu bem. Elas, com certeza, vão tentar te ferrar, vão dizer que você não presta e que não tem valor. Enquanto você corre atrás da sua felicidade, eles continuam com aquelas máscaras falsas, horríveis e pesadas. Encontre alguém para compartilhar sua felicidade, porque se tudo der certo, ela será imensa demais pra uma pessoa só. Mas que seja alguém tão inteligente e real quanto você.
Não morra velha demais. Viva enquanto ainda existir vida dentro de você.
Passe suas sabedorias adiante. Influencie alguém. Se for bem sucedido, conte o segredo do seu sucesso à alguém que você goste, ou alguém que ainda tenha tempo de conquistar sucesso tão grande como o seu.
Tenha filhos. Ensine à eles a serem humildes.
Nada tenho pra lhe falar sobre ser conhecido e reconhecido. Faça a diferença sendo feliz, sendo você. A pessoa mais incrível que você conhece pode não passar de uma máscara be
m vestida.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Felicidade?


Não é fácil.
A felicidade é um sentimento popular e pode ser facilmente confundido com outros.
Alegria, entusiasmo, satisfação, prazer...
Mas a felicidade é muito maior que todos os anteriores. É mais difícil e complexo de ser alcançado. Depende de uma cadeia, de uma série, e um conjunto de reações que, combinadas, possibilitam o indivíduo de ser feliz.
A felicidade é sutil. É simples e é sutil; porém tem muitas nuances.
Nuances na intensidade, na quantidade, na duração e no peso que ela tem pra você.
A felicidade é, muitas vezes, difícil de identificar. Ouvimos por aí: "Ai! eu era feliz e nem sabia".
Porque é intangível. Não existe uma máquina nem uma pessoa que te diga se você é feliz ou não. E se não, como fazer para ser. Não existe um manual. Nem regras. Na verdade, ultimamente tudo anda querendo fugir das regras. Tudo quer ser a exceção. Tudo e todos. Pelo menos pra mim, a felicidade depende de um balanceamento de poderes, quereres, gostares e pesares. Quando está tudo certo, equilibrado, ajustado e estável, está tudo bem. Tudo feliz.
Não gosto da felicidade em curto prazo. Até porque pra mim isso tem outro nome.
Os elementos primitivos à felicidade têm que estar sólidos e duradouros...
Também penso e estou quase certa de que pessoas não podem ser felizes sozinhas. “Impossível ser feliz de fato em alguém pra amar”. Não precisam de uma dependência nem de uma “metade da laranja”. Só de alguém para dividir a felicidade, as queixas, os problemas, os sonhos, os gostos, a sabedoria, a diversão, o silêncio, os carinhos, os defeitos, as qualidades, a vida, o amor. Não me lembro de nenhuma outra vez que estive tão feliz quanto estou hoje;

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Há, ainda, muitas coisas que desconheço de mim. Tanto aspectos físicos quanto psicológicos.
Mas eu já conheço meu limite; já sei quando não dá mais pé.
Odeio-me ás vezes, mas não o bastante pra querer me ver sofrendo. No máximo quero me matar, mas não sofrer de amores; isso não.
Também sou esperta o suficiente pra prever certas conseqüências.
Andar por aí ignorando o óbvio não é comigo. Por mais que seja grande a vontade de querer arriscar, ás vezes a colheita é clara demais para ser ignorada. E eu odeio fazer o papel de idiota na história.
Desculpe-me, mas não posso acordar todos os dias injetando uma dose de certeza, segurança, paciência e disposição na veia... Não posso enrolar a fraqueza, a tristeza e a carência juntas num papel e queimá-las, até a última ponta, junto com os cigarros do meu pai.
Sou um ser humano fraco e falho. Que odeia ser humano por esses dois aspectos anteriormente citados, mas que, ainda assim, é.
Que adora ser inteligente, mas também adora usar a natural idiotice humana como desculpa para os seus erros, fracassos, defeitos e vícios.