domingo, 4 de julho de 2010

cada um por si, eu por mim, e mais nada.


Final de semana atípico, desses que você não espera, não no meio de uma tempestade. Rever amigos, relembrar paixões, recordar músicas... tudo tão, tão saudável, tudo tão adiado por planos malucos de suicídio emocional. Agora chega, quero de volta a minha vidinha desplanejada, quero experimentar de novo o gostinho de ter a mim só pra mim, sem precisar me dividir diariamente, as vezes esquecendo daquilo que tem e sempre terá mais valor. O meu sorriso hoje, continua estampado, com motivos muito mais coerentes que antes. As minhas amizades continuam intactas, eu é que parei no tempo pra viver um amor que só existiu na minha cabeçinha de girico. Arrependimento não é pra mim, mas se fosse, hoje ele teria nome e sobrenome. Nada pode valer mais que a sua liberdade, ninguém tem o direito de diminuir o seu valor. Por incrível que pareça, poucas vezes me senti tão feliz como agora. Eu sei sim, que pode demorar um pouco pra eu reconstruir o meu castelinho de sonhos, mas dessa vez, pode acreditar, a areia não será o destino dele. É bom me ter de volta. ‘so far away’ (:

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